junho 05, 2009

O que eu aprendi com os outros.

Tava aqui pensando em como eu mudei do começo do ano para cá. Esse tipo de reflexão acontece principalmente quando vemos a posição que pessoas tomam em determinadas circunstâncias e que sabemos que tomaríamos uma completamente diferente. Mas então eu vejo que, talvez, há tempos atrás, eu tomaria a mesma posição, ou semelhante. Então eu vejo que realmente mudei, amadureci. O ser humano tem que evoluir. E o resultado dessa minha evolução é a junção entre o que eu aprendi com a vida (com o que eu li, vi, escutei, encontrei por aí) e o que eu aprendi com as pessoas (e não pessoas) próximas a mim.

Então eu resolvi listar aqui, assim por nada e pra nada, só para registrar o momento lúcido em que me encontro:
  • Com meu pai eu aprendi que a vida não é um ciclo fechado, que eu posso fazer dar certo algo que ao meu olhar (e aos dos outros) é totalmente arriscado.
  • Com minha mãe eu aprendi que acreditar em Deus não é alienação.
  • Com uma grande amiga chamada Vanessa eu aprendi que ser uma pessoa séria e responsável não me torna careta.
  • Com outra grande amiga chamada Bruna eu aprendi que nem toda patricinha é fútil e que muitas delas tem mais conhecimentos a oferecer do que se imagina.
  • Com outra grande amiga chamada Simone eu aprendi que ser justa em todas as situações (mesmo quando isso possa prejudicar amigos queridos ou a nós mesmos) é o melhor a se fazer.
  • Com o meu prof. Márcio eu aprendi que me dedicar realmente ao estudos não é nada de especial e digno de um Prêmio Nobel, é simplesmente algo que eu tenho que fazer.
  • Com minha prof. Nilda eu aprendi que sou especial e que tenho um bom futuro me esperando.
  • Com o meu avô Getúlio (pai da minha mãe) eu aprendi que o homem mais inteligente que eu conheço não tem nenhuma formação acadêmica.
  • Com a minha avó Carlota (mãe do meu pai) eu aprendi a ser forte mesmo estando triste.
E uma das últimas e mais importantes coisas que eu aprendi:
  • Com a minha cachorra (Giselda, carinhosamente Gigi) eu aprendi a amar e/ou me dedicar aos outros sem esperar nada em troca, e talvez esse seja até o segredo do início de um amor verdadeiro (mas isso é só filosofia, tema para um outro post).
Vivendo e olhando atentamente para as pessoas em busca de mais outros detalhes que aprender. É assim que eu vou me construindo e me tornando cada vez mais Juliana.




PS.: Tinham outros pontos, mas me esqueci - e ainda bem, ou então esse post ficaria maior do que ele já ficou.