E eu, como todo pseudo artista, preciso alimentar meu personagem (ou pseudo também).
O personagem de mim mesmo só que devendo pouca - ou nenhuma - satisfação aos outros. E aliás, o que nos torna menos interessantes é o fato de mesmo quando não admitimos, sempre estamos preocupados com as satisfações que teremos que dar aos outros. Pórem, um dia me livro desse karma. Ah, se me livro...
Enquanto isso, vou devagarzinho escrevendo meu livro, lendo mais uns tantos outros, contando meus causos pros amigos, sonhando sair dessa vida de pseudo qualquer coisa.
Sem nunca - por favor, Juliana! - deixar de ser o que me torna menos pseudo: O eu despreocupadamente brincalhona.
O personagem de mim mesmo só que devendo pouca - ou nenhuma - satisfação aos outros. E aliás, o que nos torna menos interessantes é o fato de mesmo quando não admitimos, sempre estamos preocupados com as satisfações que teremos que dar aos outros. Pórem, um dia me livro desse karma. Ah, se me livro...
Enquanto isso, vou devagarzinho escrevendo meu livro, lendo mais uns tantos outros, contando meus causos pros amigos, sonhando sair dessa vida de pseudo qualquer coisa.
Sem nunca - por favor, Juliana! - deixar de ser o que me torna menos pseudo: O eu despreocupadamente brincalhona.
(olha, pior seria se chegassem para mim e dissessem: "Juliana, você é normal demais...")