É lindo, gastei muitos dias lendo. Valeu cada dia desse.
Dói também. Quase todas as palavras. E mais ainda as que me traziam você... Eram muitas.
Diferente da Cris Guerra (autora do blog e do livro homônimo), eu não tenho um Francisco. Também não tenho tantas lembranças. Mas eu tenho as minhas.
Em abril fez 1 ano que você se foi. Não se preocupa, eu caminhei. Em alguns momentos tropecei - e tropeço. Principalmente quando encontro você nas músicas, quando vejo você nos filmes, quando leio você nos textos. Aliás, em muitos textos eu ainda leio você.
O meu blog passou de postagens aleatórias para lembranças. Existem muitas cartas soltas pelo computador, algumas vieram parar aqui. Acho que quando preciso realmente de um escape, eu venho e posto.
Sempre acontece de alguém ler e comentar comigo, você faz com que as pessoas venham até mim querer saber mais do "Leo". O que eu posso dizer? "O Leo ainda me dói vezemquando...".
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"p/ Leo": comecei falando do blog da Cris lá de BH, para explicar a tag que acompanha todas as suas cartas.
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Eu não sei exatamente onde você está, mas eu queria muito - que seja onde fosse - o meu amor e carinho ainda pudessem serem vistos - e lidos.
Com todo o meu amor
e carinho de sempre,
Ju
Com todo o meu amor
e carinho de sempre,
Ju